Archivo de la categoría: Lisboetas

Pessoaismos

Y en la oscuridad…
camino

En busca de una ciudad
en busca de una luz
en busca de una ciudad – luz

Un vano intento de hacer más pequeña la sombra que me sigue
la sombra que vive atada a mi

G.F.Molinero


Fado Dos Silêncios

A María; Inés; Paloma, Sofía y, transatlánticamente, Anna por alimentar mis sueños fadistas

.
palomafotFado dos silêncios
fado da noite em calma
da  noite ainda viva
que entre os gatos caminha as ruas silenciosas
e frias

Fado dos silêncios
fado da lágrima perdida
dos passos nunca dados
da vida não vivida

Fado dos silêncios
fado da alma minha
fado da alma minha

G.F.Molinero


Que é uma chave sem um beijo?


Lisboa

Lisboa
mar aberto ao horizonte
mar aberto ao coração
de quem te contempla e   sonha com viajar
de quem te contempla e sonha com escapar
de quem te contempla e só sonha com amar…
amar e ser amado
viajar e ser viajado
sonhar e ser sonhado
Lisboa…
Lisboa
e ser esquecido

lisboamar

Lisboa,
mar abierto al horizonte
mar abierto al corazón
de quién te contempla y sueña con viajar,
de quién te contempla y sueña con huir,
de quién te contempla y sólo sueña con amar…
amar y ser amado
viajar y ser viajado
soñar y ser soñado
Lisboa…
Lisboa
y ser olvidado

G.F.Molinero


Lisboa Quieta

lisboa
Lisboa quieta, Lisboa adormecida
Movo-me entre tua saudade e teus terraços vazios
entre tuas roupas  extendidas,
sempre úmidas, sempre frias.
Lisboa quieta, Lisboa adormecida
beleza que à noite somente, somente!
és minha.
Aqui te atravesso, quieta.
Aqui te atravesso, adormecida.
Oh Lisboa!
Oh minha Lisboa!

 

Lisboa quieta, Lisboa dormida
Me muevo
Entre tu saudade y tus terrazas vacías
Entre tu ropa tendida
siempre húmeda, siempre fría.
Lisboa quieta, Lisboa dormida
belleza que en la noche sólo
¡sólo!
eres mía.
Aquí te ando,
quieta.
Aquí te ando,
dormida.
¡Ay Lisboa!
¡Ay Lisboa mía!

G.F.Molinero


Muero Lisboa, Muero

Eu morro, Lisboa, eu morro
por não conhecer nada sobre você

Muero, Lisboa, muero
por no saber nada de ti
por no encontrarte en mi camino
por llamarte a voz desnuda
a viva voz
a voz en grito…
y no escucharte nunca responder.
Muero, Lisboa, por no estar cerca de ti
por no vivir
ni respirar
ni sentir
el más placentero de tus silencios
derramado por tus calles y plazas desiertas
que, antaño, tanto hicieron por mi.
Muero, Lisboa, muero
Por no saber nada
Por no estar cerca
De ti
De ti.

G.F.Molinero


Triste Lisboa Triste

lisboa

Triste Lisboa triste eu estou sem você.
Meus olhos dizem adeus com lágrimas
e até meu coração
sonha com ou  quer
parar de bater.
Em minhas malas eu levo sua memória
entre minhas roupas o cheiro de sua saudade.
O que é o que você tem, Lisboa?
O que é o que você me roubou?
O que é o que você me fez? Diga-me,
que… triste, Lisboa, triste…
eu estou sem você.

G.F.Molinero

Triste Lisboa, triste…
fico sem ti
meus olhos se despedem com lágrimas
e até meu coração
sonha ou quer
deixa de bater.
Levo tuas memórias em minhas malas
e entre minhas roupas o cheiro de tua saudade.
O que tens, Lisboa?
O que me roubaste?
O que fizeste a mim? Dize
que… triste, Lisboa, triste…
fico sem ti.

Triste Lisboa triste quedo sin ti
mis ojos se despiden con lágrimas
y hasta mi corazón
sueña con o quiere
dejar de latir.
En mis maletas llevo tu recuerdo
entre mis ropas el olor de tu saudade.
¿Qué es lo que tienes, Lisboa?
¿Qué es lo que me has robado?
¿Qué es lo que me has hecho? Dime
que… triste, Lisboa, triste…
quedo sin ti.